
Nesta quinta-feira (12), o ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou que se houver uma segunda onda de casos de Covid-19 no país, a prorrogação do auxílio emergencial será “uma certeza”. De acordo com o Ministério da Economia, o benefício será pago até o dia 31 de janeiro.
De acordo com Guedes, uma segunda onda pode gerar gastos emergenciais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2020, foram gastos 10%: “‘Ah, mas veio uma segunda onda’. Ok, vamos decretar estado de calamidade de novo e vamos nós, de novo, com a experiência que temos agora, recalibrando os instrumentos , disse.
Por Sarah Rêgo – 13/11/2020







