
De acordo com informações divulgadas na última sexta (02), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), durante o ano de 2021, 18,7% dos pernambucanos sobreviveram com cerca de R$ 171 por mês, o índice se encaixa no parâmetro de extrema pobreza do Banco Mundial. O percentual, é o segundo maior do Brasil, deixando o estado atrás do Maranhão, e equivale a cerca de 1,8 milhão de pessoas.
Além disso, 51% da população do estado, ou seja 4,9 milhões de pessoas, está abaixo da linha da pobreza, delimitada por rendimentos de R$ 495 por mês. O percentual está atrás apenas dos estados do Maranhão e Alagoas. Ainda de acordo com a pesquisa, se não houvesse nenhum tipo de benefícios sociais, 25,5% dos pernambucanos viveriam na extrema pobreza e 55% viveria na pobreza.
Já o pernambucano de classe média, viveu em 2021 com cerca de R$ 828. No recorte por gênero, homens ganharam mais que as mulheres, com R$ 871 frente a R$ 807 das mulheres. Porém, no recorte de raça, a diferença aumentou: R$ 1.184 para brancos e R$ 676 para pretos ou pardos.
Por Alice Alves – 05/12/2022







