Em Pernambuco, o exame rastreia oito doenças incluídas no Programa Nacional de Triagem Neonatal

Pernambuco continua sem previsão de concluir a ampliação da Triagem Neonatal, conhecida como “Teste do Pezinho”, cinco anos após a sanção da lei que determina a expansão do exame em todo o território nacional. Em Pernambuco, o exame rastreia oito doenças incluídas no Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE): fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita, deficiência de biotinidase, toxoplasmose congênita e galactosemias.
O Teste do Pezinho identifica doenças precocemente, o que favorece o tratamento rápido. Em 2021, foi sancionada a Lei nº 14.154, que prevê a ampliação do exame para o rastreio de até 50 doenças, entre elas a Atrofia Muscular Espinhal (AME) e Imunodeficiência Combinada Grave (SCID), enfermidades genéticas graves e raras que afetam o desenvolvimento infantil. As duas últimas foram incorporadas ao rastreio no ano passado em um investimento de R$ 13,4 milhões, de acordo com a SES-PE. A AME e a SCID continuam de fora do escopo, mas fazem parte da próxima fase de ampliação prevista na legislação, disse a pasta ao Diario de Pernambuco.
Bruno Dias – Estagiário sob supervisão







