Auxílio Emergencial: fraudadores podem pegar até oito anos prisão

Polícia Federal investiga as suspeitas de fraudes que já levaram ao bloqueio de 1,3 milhão de CPFs no Caixa Tem.
Polícia Federal investiga as suspeitas de fraudes que já levaram ao bloqueio de 1,3 milhão de CPFs no Caixa Tem. (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) definiram uma “estratégia integrada de responsabilização por fraudes ao auxílio-emergencial”. O objetivo é investigar as suspeitas de fraudes que já provocaram o bloqueio de 1,3 milhão de CPFs no Caixa Tem e punir os fraudadores com penas que, segundo a PF, podem chegar a oito anos de reclusão.

De acordo com essa estratégia, a Caixa vai verificar as suspeitas de irregularidades e remeter os dados à Polícia Federal sempre que confirmar a ocorrência de um pagamento fraudulento no auxílio emergencial. Esses dados serão integrados à Base Nacional de Fraudes ao Auxílio Emergencial (BNFAE), que será criada pela PF para possibilitar a investigação da atuação de grupos criminosos no desvio de recursos do auxílio emergencial.

Por Patriota Júnior – 23/07/2020

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