Candidato afirmou que João Campos (PSB) sofre ataques nas redes sociais

Encerrando a série de sabatinas com candidatos a Vice-governador(a) , o programa Comando Geral da Notícia da Rádio Cultura do Nordeste recebeu nesta quinta-feira (27), o vice da chapa de João Campos (PSB), Carlos Costa (Republicanos). Na entrevista, o candidato afirmou que as discussões e investigações sobre possíveis “gabinetes do ódio” devem ser realizadas pela Polícia Federal (PF) e órgãos competentes. Porém, declarou que o candidato a governador João Campos (PSB) recebeu um “massacre” nas redes sociais, afirmando que os ataques afetam a família e esposa do ex-prefeito o Recife. Contudo, o político defendeu uma disputa eleitoral “limpa” com o pensamento em Pernambuco. “Eu deixo essa discussão para a Polícia Federal. A Polícia Federal abriu o inquérito. Essa questão que a vice-governadora Priscila levantou em relação ao possível gabinete de ódio, eu não sei nenhum inquérito que existe de apuração de gabinete de ódio da nossa parte. Pelo contrário, o que há é uma apuração real de um servidor que foi visto duas vezes no Palácio, fez reunião lá no Palácio, na sede do Governo do Estado, e deixo para a Polícia Federal, que é um órgão que eu acredito, que o presidente Lula sempre estimulou as investigações. E eu acho que o gabinete de ódio deve ser apurado por quem, de fato, abriu o inquérito. Então, deixo para a Justiça, deixo para os órgãos competentes analisar. Mas eu quero que a campanha de Pernambuco, o desejo de todo pernambucano, seja uma campanha limpa, seja uma campanha proativa, que olhe para o futuro do Estado de Pernambuco. Isso é fundamental. Acho que a gente tem que acreditar na política. A política tem que ser um instrumento, de fato, de transformar a vida das pessoas. Quando a gente entra nesse debate de fake news, de gabinete de ódio, e olhe que o governador João Campos, o futuro governador João Campos, ele realmente sofreu um massacre na rede social, por portais, na verdade, diariamente atacando sua família, sua esposa, a reputação. É triste ver isso.”, disse.
Ademais, Carlos Costa (Republicanos), contestou a exoneração por parte da atual gestão, do superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, Amisadai Andrade da Silva, após denúncias de envolvimento em um suposto esquema de ataques políticos virtuais. “Se não havia nenhum indício, nada errado pra que exonerar o servidor?”, questionou Costa. Ele também classificou como “dúbia” a resposta da atual governadora Raquel Lyra (PSD) sobre o caso, quando a gestora afirma que não conhecia o servidor. Porém, voltou a reiterar que defende que as investigações sejam feitas por parte da PF. “Se não havia nenhum indício, nada errado, para que exonerar o servidor? Enfim, eu achei a resposta um pouco dúbia, que não conhecia direito. Enfim, deixa a Polícia Federal apurar.”, encerrou o candidato.
Por Bruno Dias – estagiário sob suepervisão







