
Terá início, nesta quinta-feira (4), em Pernambuco, a operação de segurança voltada para o primeiro turno das eleições. Em entrevista coletiva, o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, anunciou que mais de 17 mil profissionais, entre policiais, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e guardas municipais, irão participar das atividades.
Assim como em 2014 e 2016, o consumo e a venda de bebidas alcoólicas não serão proibidos. De acordo com o secretário, a princípio, a questão não gera impacto específico no planejamento da segurança estadual. No entanto, as blitz da Lei Seca continuarão sendo realizadas normalmente. “Uma coisa não retira a força da outra. A Lei Seca é feita para inibir que o motorista beba e dirija”, afirmou.
A operação terá um custo de R$ 9,5 milhões, valor que representa um incremento de R$ 1,5 milhões em relação às eleições de 2016. Uma novidade que será adotada é a descentralização dos Centros Integrados de Comando e Controle Regional: haverá uma unidade em Caruaru e outra em Serra Talhada.
Os espaços serão compostos por órgãos como PRF, Polícias Militar e Civil, Corregedoria Geral da SDS, Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-PE), Celpe, Compesa e Samu. O de Caruaru irá monitorar as regiões Agreste e as Zonas da Mata Norte e Sul. Enquanto isso, o de Recife será responsável pela Região Metropolitana e o de Serra Talhada fará a cobertura do Sertão.







