Sistema prisional de Pernambuco receberá cinco fábricas para detentos trabalharem

Até 2026, a meta é implantar 15 unidades fabris, e aumentar para 40% o número de presos trabalhando

(Foto: Seap/Divulgação)

Serão implantadas no sistema prisional de Pernambuco, cinco unidades fabris nos ramos de artefatos de concreto e têxtil para empregar detentos dos regimes fechado e semiaberto até 2025. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) é a pasta responsável por implementar a iniciativa que atende à meta do Juntos pela Segurança, que consiste em criar fábricas que absorvam a mão de obra prisional e, consequentemente, contribuam para a redução da criminalidade no território pernambucano. 

Todos os detentos que atuarão nos postos de trabalho têm direito à remição de pena de um dia a menos a cada três trabalhados e a 75% do salário mínimo. Até 2026, a meta é implantar 15 unidades fabris no sistema prisional e aumentar para 40% o número de presos trabalhando.

A ação prevê a abertura de unidades fabris em várias modalidades, como artefatos de concreto e malharia. Serão quatro fábricas de artefatos de concreto a serem instaladas em unidades prisionais da Região Metropolitana do Recife e do interior, com endereços ainda não definidos. O intuito é usar a mão de obra prisional para a produção de blocos que servirão para pavimentação de espaços públicos. 

Por Adriane Delgado – estagiária sob supervisão

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