Segundo ele, quando o presidente Lula precisou não existiu apoio da governadora

Ainda no programa Comando Geral da Notícia da Rádio Cultura do Nordeste, o candidato a vice-governador da chapa de João Campos (PSB), Carlos Costa (Republicanos), declarou que não tem dúvida que Raquel Lyra (PSD), é a candidata do “bolsonarismo” em Pernambuco. O sabatinado, ainda citou Mendonça Filho (PL) e Clarissa Tércio (PP), que segundo o candidato são “bolsonaristas” e “aliados” de Raquel Lyra (PSD). Além disso, Carlos Costa (Republicanos) criticou a posição “em cima do muro”, que de acordo com ele é adotada pela candidata à reeleição. O candidato da chapa de João Campos (PSB), ainda acusa a atual governadora de ter “virado as costas” para Lula nas eleições para presidente em 2022. “Eu não tenho dúvida. (…) Os aliados da governadora são muito claros, né? Se você observar Mendonça Filho, que é um neobolsonarista agora, recente, né? Clarissa Tércio. Eu respeito todo mundo que tem lado. Gilson Machado, por exemplo, é uma pessoa que eu respeito profundamente. Eu não concordo com o que ele pensa, mas respeito que ele seja tem impulsão. Respeito na minha vida quem tem impulsão. Eu não gosto de quem é em cima do muro. (…) Todo mundo ama o nosso estado de Pernambuco, mas a gente tem lado.”, disse.
Carlos Costa (Republicanos) também destacou que o Ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicanos) teria oferecido R$150 milhões de verba federal para construção do Aeroporto de Oscar Laranjeira, em Caruaru, que segundo o político, foram rejeitados pela governadora, que preferiu utilizar investimento estadual. Ainda de acordo com o candidato a vice, a decisão de não aceitar foi “política”. Costa (Republicanos) opinou que esse movimento justificaria o afastamento da governadora com o Governo Federal.
Por Bruno Dias – estagiário sob suepervisão







