
Durante o ano de 2017, o Centro Estadual de Combate a Homofobia (CECH) de Pernambuco contabilizou 63 solicitações de pessoas transexuais e travestis para dar entrada ao processo de retificação do prenome civil. No início de 2018, foram 12 pedidos.
“A mudança do nome pelas pessoas transexuais e travestis significa o resgate da cidadania e da dignidade do cidadão”, afirma o secretário-executivo de Direitos Humanos, Eduardo Figueiredo.
Todo o processo para mudança do nome dura de seis meses a dois anos. Atualmente, documentos como o CPF e o cartão do SUS podem ser adquiridos com o nome social, sem precisar do processo de retificação.







