Ministério Público ajuíza ação contra ex-presidente da Fundação de Cultura de Caruaru

A Central de Inquéritos de Caruaru vai analisar se a conduta configura crime. (Imagem: Renand Zovka)

A ex-presidente da Fundação de Cultura e Turismo de Caruaru (FCTC), Lúcia Lima, é alvo de uma ação ajuizada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por atos de improbidade administrativa (AIA). De acordo com o órgão, a gestora haveria exigido que o cantor Alcymar Monteiro firmasse contrato simulado de exclusividade com a empresa ALX Entretenimentos para que se apresentasse durante o período junino, em 2014.

O documento da 2ª Promotoria de Defesa da Cidadania de Caruaru destaca que as ações responsabilizam Lúcia e o representante da empresa ALX, José Mario de Moura, pela violação dos princípios de legalidade, moralidade, lealdade, honestidade, impessoalidade, economicidade e eficiência.

A denúncia foi feita pelo cantor Alcymar Monteiro. “O cantor foi abordado duas vezes por José Mario. Na primeira, por e-mail, o então sócio da ALX Entretenimentos Ltda solicitava que Alcymar entrasse em contato com a Fundação. Na segunda, informava que havia recebido o orçamento encaminhado pelo músico para a FCTC e apresentava uma proposta de cachê no valor de R$ 60.000,00 sob condição que ele firmasse contrato de exclusividade, tendo José Mario e sua empresa como intermediários”, descreveu o MPPE.

Cópias dos documentos foram encaminhadas para a Central de Inquéritos de Caruaru analisar se a conduta configura crime.

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