Tratar impeachment de ministro como proposta de campanha é um erro, declara Túlio Gadelha

Afirmação foi feita após ser indagado sobre relação STF e Congresso Nacional

Foto: Bruno Dias/Radio Cultura do Nordeste

Na sabatina do programa Mesa Redonda da Rádio Cultura do Nordeste, o candidato ao Senado Federal Túlio Gadelha (PSD), ao ser perguntado sobre sua percepção da relação entre Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que acha um “erro grande” candidatos tratarem impeachment de um ministro como proposta de campanha. Além disso, Gadelha reiterou que o candidato que utilizar esta bandeira como projeto na corrida eleitoral “já está errado”. Ele alega que o STF “trabalha dentro das suas competências e prerrogativas”. No entanto, Túlio (PSD) também afirmou que existem excessos e decisões “monocráticas” por parte do órgão que “param políticas públicas importantes”. 

Ainda sobre o possível impeachment de um ministro do STF, Túlio expõe que o processo de saída do cargo tem que passar por uma apuração, e análise de crimes que podem ter sido cometidos por parte do impeachmado, e dessa forma, a decisão pode ser tomada. Além disso, ele afirma que os “Três Poderes (Executivo Legislativo e Judiciário) são independentes, mas são harmônicos”, e que o STF toma decisões que são necessárias para um país. Ademais, foi alegado pelo postulante ao Senado que existem “muitos conflitos” entre os Três poderes, que ele acredita “que não serão resolvidos ameaçando impeachmar ministro”.

O atual deputado federal foi o primeiro convidado da série de seis sabatinas com os postulantes ao Senado em Pernambuco, que segue ao longo das próximas sextas-feiras no programa Mesa Redonda. Ainda passarão pela emissora, Eduardo da Fonte (PP), Paulo Rubem Santiago (REDE), Mendonça Filho (PL), Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).

Bruno Dias – Estagiário sob supervisão

Compartilhe

Destaques

Veja Mais